Entrar na LOBA em plena pandemia: a minha experiência

Ingressei na LOBA no dia 3 de março de 2020, dia em que já muito se falava da COVID-19. No entanto, a realidade que viríamos a presenciar - o país a “fechar” e as empresas a colocar os seus trabalhadores em regime de teletrabalho - ainda parecia bem distante.

Na secretária que seria a minha encontrei uma nota de boas vindas, juntamente com um welcome kit e todo o material necessário para a execução da minha função no departamento de Gestão de Clientes.
 
A verdade é que trabalhar num ambiente open space, como é o caso do escritório de Oliveira de Azeméis, permite que vejamos e sejamos vistos, o que ajuda bastante na integração quando se é um novo membro da equipa. 

Algo que considero que foi muito importante na minha chegada à LOBA foi o à vontade dos colegas em dizer um olá, o interesse que demonstraram em me conhecerem melhor e a prontidão para ajudar no que eu viesse a precisar - algo tão simples mas que, para nós que estamos a chegar, significa muito.

Uma das primeiras coisas que também mencionaram foi a existência de atividades extra laborais, como é o caso das aulas de grupo, no ginásio. Todas as terças e quintas feiras, os Lobáticos podem usufruir de uma aula de Training Camp e Cycling. Confesso que sou um pouco reticente a novas rotinas e não experimentei logo nenhuma destas aulas. E rapidamente perdi também a oportunidade! 

A 13 de março, tudo parou e fomos notificados de que, na semana seguinte, iniciaríamos as nossas funções em regime de teletrabalho. Claro que, nos poucos dias em que estive fisicamente no escritório, não consegui conhecer nem metade dos colegas. No entanto, este novo regime 100% digital permitiu-nos, mesmo longe, estar perto de toda a equipa - e somos mais de 100, espalhados por 5 escritórios. 

De forma a contornar a ausência física nos escritórios e para o espírito de equipa não ficar prejudicado, foram implementadas calls diárias nas diferentes equipas - no meu caso, a equipa de Gestão de Clientes. Foram reuniões curtas, mas que permitiram algo que, mesmo fisicamente, não era até então muito explorado - o contacto e convívio diário com os colegas da Guarda, Aveiro e Oeiras. Poder, ainda que de forma digital, crescer a cada dia, com todos os inputs e o know-how dos colegas, fez-me sentir uma entreajuda incrível. Nisso, a minha experiência não poderia ter sido melhor. 

Quando entras na LOBA também és imediatamente introduzido/a aos convívios trimestrais que, infelizmente, não vivenciei (ainda!), também adiados presencialmente por causa da pandemia e adaptados ao universo digital. 

Apesar da facilidade de comunicação à distância que agora conhecemos, a verdade é que, a interação com todos os elementos da LOBA torna-se mais desafiante. Aqui, penso que a nossa experiência de onboarding é uma mais-valia. Por outro lado, atividades como as aulas de grupo no ginásio, entretanto retomadas, permitiram-me criar laços com os colegas com os quais ainda não tinha tido a oportunidade de conviver diretamente, em particular, num ambiente diferente daquele que é o das nossas rotinas de trabalho. 

Assim, posso dizer que tive uma experiência peculiar ao ingressar na LOBA em tempos de pandemia, mas felizmente não tive dificuldades em sentir-me parte da equipa. 

É fundamental para uma empresa que a chegada de um novo membro não passe despercebida e que faça tudo para, de forma cativante, deixar um colaborador feliz desde o primeiro dia. Essa é, felizmente, a minha experiência com a LOBA!

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